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Campos

Humberto Cordeiro Araujo Maia

CPF: 04815856567

Banco do Brasil

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SUGESTÕES DE HOSPEDAGEM EM ILHÉU                                                      S

SUGESTÕES DE HOSPEDAGEM EM ILHÉU                                                      S

___As atividades de campo constituem momentos formativos fundamentais do Colóquio, permitindo a observação direta da paisagem, a reflexão sobre práticas cartográficas e o diálogo entre teoria e prática no ensino de Geografia.

___Para participar das atividades de campo, é necessário estar previamente inscrito no evento. As inscrições nos campos se encerram dia 31 de março de 2026.

___Caso haja taxa no campo escolhido, o pagamento deverá ser na seguinte conta bancária:

 

 

O transporte para os campos será viabilizado pela organização do evento.

Campos e ementas:

1. Comunidade indígena Taba Jairy

Ementa: A Aldeia Indígena Taba Jairy é uma das 23 comunidades que compõem a Terra Indígena Tupinambá de Olivença. Localizada no município de Ilhéus, no km 19 da rodovia BA-001 (sentido Ilhéus-Una), a aldeia resiste às pressões do avanço do mercado imobiliário e da construção de infraestruturas voltadas ao desenvolvimento turístico na região. Como estratégia de resistência, a comunidade desenvolve uma proposta de etnoturismo que inclui rodas de conversa sobre a questão indígena no Sul da Bahia, trilhas ecológicas, recuperação de práticas tradicionais dos povos originários e produção de artesanato local. Trata-se de uma experiência significativa de re-existência dos povos originários da região, cujas conquistas mais recentes incluem a declaração de posse permanente da Terra Indígena pelo povo Tupinambá, em novembro de 2025.

Objetivo do campo: Discutir a questão do acesso à terra, a identidade indígena e as diversas formas de representação e resistência.

Limite máximo de participantes: 40 (vinculadas à capacidade do veículo)

Valor por participante: R$ 25,00

Horário e local de saída: 8:00 - térreo do Pavilhão Jorge Amado. Retorno à UESC às 12h.

Alimentação e hidratação: Levar água e alimentos (lanche), pois não há comercialização desses itens na aldeia.

 

2. Instituto Floresta Viva - Serra Grande

Ementa: Visita ao viveiro e a uma trilha na Mata Atlântica do Instituto Floresta Viva; Aprendizados sobre árvores raras e ameaçadas de extinção; O valor da Floresta para o clima; O valor da Floresta para as águas; Um olhar sobre a cultura presente na biodiversidade da Floresta Atlântica. Vídeo Institucional do Instituto Floresta Viva: https://share.google/1LHDxoktdciZ1MxNd

Limite máximo de participantes: 40 (vinculadas à capacidade do veículo)

Valor por participante: 20 reais

Horário e local de saída: 8:00 - térreo do Pavilhão Jorge Amado. Retorno à UESC às 12h.

 

3. Litoral sul de Ilhéus: aspectos físico-ambientais

Ementa: A atividade de campo proporcionará o conhecimento dos principais atributos físico-ambientais que formam a paisagem litorânea do município de Ilhéus, a partir de visita descritiva a pontos de observação em diferentes compartimentos geológico-geomorfológicos e sua interação com os processos de uso e ocupação.

Limite máximo de participantes: 40 (vinculadas à capacidade do veículo)

Valor por participante: Sem custo

Horário e local de saída: 8:30 térreo do Pavilhão Jorge Amado. Retorno à UESC às 11:30.

 

4. Fazenda Yrerê

Ementa: A Yrerê é uma antiga fazenda de cacau, com mais de dois séculos de história, que está localizada às margens do Rio Cachoeira, entre as cidades de Ilhéus e Itabuna, rodeada pela Mata Atlântica. A visita à Fazenda Yrerê convida os participantes a: i) vivenciarem, a partir do turismo rural, um pouco dos processos produtivos do cacau e do chocolate “tree to bar” (das árvores de cacau à barra de chocolate), com destaque para a diversificação das estratégias produtivas e econômicas relativas ao cacau após a quebra do sistema hegemônico de produção e comercialização cacaueira a partir de meados da década de 1980; e ii) imergirem na Mata Atlântica do Sul da Bahia e no sistema “cabruca de cacau”, modelo de agricultura típico da região sul-baiana. Serão também abordados conceitos e processos ecológicos que emergem da interação entre a Mata Atlântica e o sistema cabruca. A visita à Fazenda Yrerê é composta por trilha na cabruca, explicações guiadas e experiências sensoriais, como a degustação de chocolates da fazenda e do suco de cacau.

Objetivo do campo: Apresentar aos participantes os processos produtivos do cacau em sistema cabruca e do chocolate, bem como aspectos ecológicos da interação entre Mata Atlântica e sistema cabruca.

Limite máximo de participantes: 40 vagas (vinculadas à capacidade do veículo)

Valor por participante: R$ 30,0 (taxa cobrada pela fazenda)

Horário e local de saída: 9:00 térreo do Pavilhão Jorge Amado. Retorno à UESC às 11:30.

 

5. Centro Histórico de Ilhéus: A CIDADE DE ILHÉUS - geossímbolos, múltiplas temporalidades e territorialidades no Centro Histórico e entorno

Ementa: A atividade de campo ocorrerá na cidade de Ilhéus – abordando alguns dos seus geossímbolos, as múltiplas temporalidades e territorialidades no centro histórico e entorno. Afinal, ao longo do processo espaço-temporal de longa duração – enquanto sede de Capitania hereditária, no período colonial, e um dos centros de gestão do território da cacauicultura no sul da Bahia, ao longo do século XX – a paisagem urbana de Ilhéus revela uma diversidade de elementos identitários e simbólicos que expressam tanto o sentido de singularidade cultural do lugar quanto as referências às relações de poder e às territorialidades próprias das interações espaciais com a região e o mundo.

Objetivo do campo: apresentar o Território histórico-cultural de Ilhéus, com visitas ao Centro Histórico da cidade.

Limite máximo de participantes: 30 vagas

Valor por participante: Sem custo

Horário e local de saída: 8:30 térreo do Pavilhão Jorge Amado. Retorno à UESC às 11:30.

Itinerário: Largo da Dois de Julho (“Baía” do Pontal) – Cristo – Ponte Jorge Amado – Catedral de São Sebastião – Outeiro de São Sebastião – Teatro Municipal – Cacau fino – Quarteirão Jorge Amado – Casa de Jorge Amado – Igreja de São Jorge – Pedraria portuguesa – Alto da Piedade / Igreja – Convento – Museu da Piedade.

 

Orientações gerais:

Calçado: Utilizar calçado fechado e adequado para caminhada em trilhas.

Vestuário: Usar roupas leves, mas que protejam pernas e braços contra picadas de insetos, eventual contato com urtigas e outros vegetais.

Proteção solar: Levar protetor solar e boné/chapéu.

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